E-commerce cresce e margem cai: entenda as causas

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Descubra nesse artigo, os principais “ladrões” de margem no e-commerce: impostos, DIFAL, frete, devoluções, CAC e mix de canais.

O e-commerce brasileiro segue forte. Há relatórios e projeções indicando faturamentos expressivos e crescimento do setor nos últimos anos.

Mesmo assim, uma realidade é cada vez mais comum: crescer em vendas e encolher em margem.

O motivo quase nunca é “um único custo”. Geralmente é a soma de:

  • impostos (ICMS/DIFAL);
  • frete e logística;
  • devoluções;
  • CAC (aquisição de clientes);
  • mix de canais (marketplaces vs loja própria);
  • precificação sem visão tributária.


1) Impostos e complexidade interestadual (ICMS/DIFAL)

O DIFAL existe para equilibrar arrecadação entre estados em operações interestaduais e impacta diretamente operações de e-commerce, dependendo do tipo de destinatário e regras aplicáveis.

Se você vende para múltiplos estados e não tem uma estratégia clara de apuração, a margem sofre.


2) Frete: o custo que derruba conversão e lucro

Logística virou fator decisivo no e-commerce. Há estudos e matérias recentes mostrando o peso do frete e devoluções na decisão de compra e na estratégia do varejo.
Dois erros clássicos:

  • “frete grátis” sem cálculo completo;
  • embutir custo sem recalibrar preço/margem por região.


3) Devoluções e logística reversa: o “rombo invisível”

A devolução não é só “voltar o produto”. É:

  • frete de ida + volta;
  • reprocessamento;
  • risco de avaria;
  • reestoque ou perda.

Há conteúdos técnicos que mostram como devoluções podem chegar a patamares altos em determinados segmentos e gerar custos relevantes.


4) Crescimento por canal errado (marketplace vs D2C)

Quando a venda migra para marketplace, entram:

  • comissões;
  • regras de repasse;
  • custos logísticos;
  • política de devolução;
  • impacto tributário diferente por operação.

Se o mix não for planejado, o aumento de volume vem com compressão de margem.


5) Precificação sem engenharia tributária

Preço não pode ser só “markup”. Precisa considerar:

  • estado destino/origem;
  • tipo de operação;
  • regime tributário;
  • custos logísticos reais;
  • devolução esperada;
  • comissão por canal.


O que fazer: método para recuperar margem

  1. Mapa de margem por canal (D2C, marketplace, B2B)
  2. Margem por estado (efeito ICMS/DIFAL)
  3. Custo logístico real (frete, reversa, SLA)
  4. Simulação tributária (regime e estrutura)
  5. Plano de ação (precificação, operação, governança)

Se seu e-commerce está crescendo e a margem não acompanha, você precisa de diagnóstico + simulação por canal e por estado.

Fale com a Tononi Contabilidade e solicite uma análise estratégica de margem e tributação.

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